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    RNA guia: uma sequência de 20 nucleotídeos escolhida para direcionar a Cas9 a uma região próxima à mutação GTG, desde que exista um PAM (NGG) adequado.
    Molde de reparo: uma sequência de DNA contendo a versão saudável GAG no lugar da mutação GTG, juntamente com as sequências flanqueadoras necessárias para orientar o reparo.
    O objetivo é usar a quebra gerada pela Cas9 para que a célula utilize o molde e corrija a mutação responsável pela anemia falciforme

    1. 6 repetições e 6 espaçadores — indicando potencial imunidade contra cerca de 6 vírus diferentes. A imunidade pode ser maior ou menor porque os vírus podem sofrer mutações.

    2. Os 10 primeiros aminoácidos da Cas9 são:
    MDKKYSIGLD

    3. A proteína Cas9 possui 1.369 aminoácidos. O sinal de término é um códon de parada, neste caso TGA (UGA no RNA).

    4. A Cas1 é importante para a aquisição e integração de novos espaçadores de DNA viral na matriz CRISPR, permitindo que a bactéria desenvolva imunidade adaptativa contra novas infecções.

    Você pode postar assim, de forma natural e não muito longa:

    “O que mais me preocupa na edição de embriões é a possibilidade de alterações inesperadas que possam ser transmitidas às futuras gerações, além da falta de consentimento da própria pessoa que nascerá. Também me preocupa que essa tecnologia possa aumentar as desigualdades, ficando disponível principalmente para quem tem mais recursos. Não considero exageradas as preocupações com segurança e ética, pois ainda existem riscos e consequências que não conhecemos completamente. No caso da resistência ao HIV, eu seria favorável a pesquisar essa possibilidade, mas não a aplicá-la em embriões até que fosse comprovadamente segura, necessária e eticamente aceitável. Acredito que os benefícios da tecnologia são muito promissores, mas devem caminhar junto com responsabilidade e regulamentação.”

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    Eu priorizaria o uso do CRISPR para tratar doenças genéticas graves, especialmente aquelas para as quais ainda não existem tratamentos eficazes. Acho essa aplicação mais interessante porque pode melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas. Por outro lado, considero assustador o uso para “melhorar” características humanas, como aparência ou inteligência, por causa dos riscos e das questões éticas.

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    “Foi interessante entender por que os genes saltam e como essa movimentação pode contribuir para a evolução dos organismos.”

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    1. Tamanho e tipo do genoma:
    O coronavírus possui um genoma de RNA de fita simples, com cerca de 30 mil bases, um dos maiores entre os vírus de RNA.
    2. Mecanismo de entrada na célula:
    O coronavírus usa a proteína Spike para se ligar a receptores na superfície das células humanas, especialmente o ACE2, permitindo a entrada do vírus.
    3. Infecção versus dormência:
    O coronavírus não entra normalmente em um estado dormente como alguns vírus bacterianos. Depois de entrar na célula, seu RNA é liberado e usado para produzir proteínas e replicar o vírus, que depois pode infectar outras células.

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